baseado na minha crónica homónima na Tabula Rasa - ver o original em dE improviso
Amo-te como se o cheiro de todas as flores se concentrasse todo num só sítio e eu conseguisse cheirar o mundo inteiro.
Amo-te sem controlo como um pássaro de corpo dormente, que sem se importar com a queda, abandona o próprio voo a meio.
Amo-te na profundidade do escuro onde nada mais existe a não ser a tua respiração.
Amo-te o sorriso, explosão solar, luz pura que me colapsa o coração num instante breve, num instante em que tudo pára; num momento em que tudo é amor e em que novamente me volto a apaixonar por ti.
Amo-te porque és brisa no teu olhar terno e fogo na paixão da tua boca. Amo-te porque és sal na tua pele morena e porque és ar na felicidade que trazes dentro de mim.
Amo-te porque és algodão que trazes no toque das tuas mãos.
Amo-te porque és água, fonte onde nasce tudo o que é nosso. És amor porque te amo e és amor porque existo. E amo-te porque se existo, é para ti...
Amo-te como se estivesse estado debaixo de água e respirasse agora pela primeira vez em alivio e libertação.
Amo-te como se o cheiro de todas as flores se concentrasse todo num só sítio e eu conseguisse cheirar o mundo inteiro.
Amo-te sem controlo como um pássaro de corpo dormente, que sem se importar com a queda, abandona o próprio voo a meio.
Amo-te na profundidade do escuro onde nada mais existe a não ser a tua respiração.
Amo-te o sorriso, explosão solar, luz pura que me colapsa o coração num instante breve, num instante em que tudo pára; num momento em que tudo é amor e em que novamente me volto a apaixonar por ti.
Amo-te porque és brisa no teu olhar terno e fogo na paixão da tua boca. Amo-te porque és sal na tua pele morena e porque és ar na felicidade que trazes dentro de mim.
Amo-te porque és algodão que trazes no toque das tuas mãos.
Amo-te porque és água, fonte onde nasce tudo o que é nosso. És amor porque te amo e és amor porque existo. E amo-te porque se existo, é para ti...

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